Segurança
Exploração conhecida, risco probabilístico e mudanças de composição que alteram a triagem.
O que merece triagem primeiro — e por quê?
Exploração conhecida (KEV), probabilidade estimada (EPSS), impacto potencial (CVSS) e composição de fraquezas ficam separados. A página ajuda a priorizar investigação; não transforma probabilidade em prova de exploração.
O que investigar primeiro
Primeiro: vulnerabilidades com exploração conhecida no CISA KEV. Depois: HIGH/CRITICAL fora do KEV com EPSS ≥ 50%. Novidade decide a ordem antes de EPSS e CVSS — sem score inventado.
Como a fila é ordenada
Prioridade operacional por NVD × CISA KEV × FIRST EPSS. A primeira fila é exploração conhecida; a segunda é probabilidade alta sem confirmação no KEV. Ordem dentro de cada fila, sem score inventado: primeiro por janela de novidade (≤30d, ≤90d, ≤1 ano, anterior — KEV recém-adicionada conta como novidade), depois por EPSS, depois por CVSS. Clássicas com EPSS alto continuam visíveis, mas não ocupam o topo só pela idade.
Um tipo de falha aparece mais entre os casos com alta chance de ataque
CWE-119 aparece em 83 de 391 · 21,2% dos CVEs HIGH/CRITICAL com CWE identificada e EPSS ≥ 50% fora do KEV, contra 39 de 568 · 6,9% dos CVEs comparáveis no KEV. Diferença de composição, não previsão de entrada no KEV.
Gravidade das vulnerabilidades novas · 30d
Gravidade descreve impacto potencial; a prioridade vem do cruzamento com exploração conhecida e probabilidade.
Soma das faixas = 14.134 CVEs publicadas em 30 dias · contexto de volume, não ranking de risco. “Sem CVSS”: registros NVD ainda sem análise de severidade.
Falhas mais graves e com maior chance de ataque
Severidade (CVSS) vs probabilidade preditiva de exploração (EPSS). KEV (vermelho) é exploração confirmada.
Falhas que já estão sendo usadas em ataques
Adições recentes ao catálogo CISA KEV, com data de publicação real quando disponível.